LeiLu · 05/11/2026 10:16
Carandaí 25 celebra 15 anos: tudo sobre a nova edição do festival de moda autoral
Nesta quinta-feira (5), começa no Rio de Janeiro a última edição de 2026 do Carandaí 25, maior festival de moda autoral da América Latina. Com o tema "Delírio Coletivo", o evento marca a comemoração de 15 anos da plataforma, que segue com o objetivo de valorizar a produção brasileira independente, aproximar pequenos produtores do público e estimular um consumo mais consciente. Esta edição, que ocupa 7 mil m² no Jockey Club do Rio até domingo (8), reúne 150 marcas, entre estreantes e o retorno de etiquetas consolidadas.
Os destaques incluem as joias de cerâmica de Elisa Parpinelli, as criações maximalistas de Rodrigo Evangelista, a moda festa da Candy Brown e o beachwear irreverente da Drama. De volta ao mix, estão Angela Brito, conhecida pela alfaiataria desconstruída, e a ARQVO, com seus acessórios que resgatam elementos orgânicos. Angela Brito Divulgação "O Carandaí 25 é um projeto colaborativo e coletivo que representa uma nova cena da moda brasileira.
Queremos reunir marcas com identidades fortes, propostas diferentes e um trabalho autoral consistente. Nesta edição, quisemos incluir marcas mais maduras, que já passaram por diferentes desafios e entenderam que moda também é negócio. São marcas que desenvolveram uma identidade própria e construíram uma estrutura comercial mais sólida.
A ideia é que elas compartilhem esse espaço com marcas menores, que estão começando suas trajetórias. Queremos que elas tenham acesso a outras experiências, referências e oportunidades de crescimento. Esse encontro entre diferentes gerações e momentos de uma marca é uma das coisas mais ricas do Carandaí", avalia Tati Accioli, fundadora do festival.
Carandaí 25 Divulgação Leia também Adicionar Link O processo de seleção das marcas participantes requer uma avaliação afiada. Para Accioli, tudo começa a partir da identidade do design. "Nosso interesse é valorizar o que é feito aqui, de Norte a Sul do país, e encontrar marcas com autenticidade. Depois, olhamos para o mix de produtos.
Avaliamos quantas marcas de moda festa, tricô, camisetas, acessórios, sapatos e bolsas já temos. Vamos montando esse quebra-cabeça para garantir a maior diversidade possível", explica. "Tem premissas que são inegociáveis: não permitimos a entrada de grandes marcas e buscamos negócios que produzam em menor escala no país". O preço também é um fator importante. "Temos marcas com produtos mais caros e outras com preços mais acessíveis.
Nosso público é muito diverso, com mulheres de diferentes faixas et
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